Promessa
Estava escuro…
Ouvi gritos frenéticos, inquietos
A cada meio passo que dava, temia
Receava, estremecia inquietamente
Caio desamparada, só, desprotegida,
Esperando, desejando e sonhando
Sonhei que era o vento e que fugidia
Esvoaçava trémula sobre a Terra.
Sim, senti-me livre, emancipada
Ainda caída, abandonada, desabrigada,
Acreditando, almejando e fantasiando.
Sonhei que era o Sol e que ardentemente
Amava todos os imperfeitos terrenos.
Sim, senti-me importante, essencial.
Continuando desprezada, condenada,
Confiando, anelando e idealizando.
Sonhei que era a Lua e que docemente
Alegrava a noite com as estrelas.
Sim, senti-me feliz, satisfeita.
Continuava arrumada, sentenciada,
Crendo, suspirando, planejando.
Sonhei que era eu e que vivia na Terra,
Contemplava a Lua e que delirava com o Sol
Sim, senti-me livre, importante, feliz.
Recuperei forças…
Rapidamente me protegi, refugiei
Junto de uma rocha na praia,
As ondas cantavam uma melodiosa canção.
Esperei que o meu medo perecesse.
Fui pensando em como era livre…
Sim! Era livre do mundo corrompido,
Atormentador, tentador que friamente
Me levava a desconsiderar tal liberdade.
Aguardei que o meu receio esvoaçasse.
Fui meditando na minha importância…
Sim! Alguém gentilmente me tinha dado vida.
Uma vida doce, difícil é verdade, mas…
Gratificante, recompensadora, enfim…
Amanheceu.
Pensei em como era feliz…
Aquela Rocha salvou-me,
Sim recordou-me que se importava comigo,
Que me amava, que eu era importante.
Restou-me então agradecer.
Agradecer tal magnifica acção.
E prometer que esta vida não seria em vão.
“Pssst! O quê? Prometeste alguma coisa à rocha?”
Sim! Respondi firme e segura.
Prometi servir-Lhe para sempre e de todo o meu coração!
Ouvi gritos frenéticos, inquietos
A cada meio passo que dava, temia
Receava, estremecia inquietamente
Caio desamparada, só, desprotegida,
Esperando, desejando e sonhando
Sonhei que era o vento e que fugidia
Esvoaçava trémula sobre a Terra.
Sim, senti-me livre, emancipada
Ainda caída, abandonada, desabrigada,
Acreditando, almejando e fantasiando.
Sonhei que era o Sol e que ardentemente
Amava todos os imperfeitos terrenos.
Sim, senti-me importante, essencial.
Continuando desprezada, condenada,
Confiando, anelando e idealizando.
Sonhei que era a Lua e que docemente
Alegrava a noite com as estrelas.
Sim, senti-me feliz, satisfeita.
Continuava arrumada, sentenciada,
Crendo, suspirando, planejando.
Sonhei que era eu e que vivia na Terra,
Contemplava a Lua e que delirava com o Sol
Sim, senti-me livre, importante, feliz.
Recuperei forças…
Rapidamente me protegi, refugiei
Junto de uma rocha na praia,
As ondas cantavam uma melodiosa canção.
Esperei que o meu medo perecesse.
Fui pensando em como era livre…
Sim! Era livre do mundo corrompido,
Atormentador, tentador que friamente
Me levava a desconsiderar tal liberdade.
Aguardei que o meu receio esvoaçasse.
Fui meditando na minha importância…
Sim! Alguém gentilmente me tinha dado vida.
Uma vida doce, difícil é verdade, mas…
Gratificante, recompensadora, enfim…
Amanheceu.
Pensei em como era feliz…
Aquela Rocha salvou-me,
Sim recordou-me que se importava comigo,
Que me amava, que eu era importante.
Restou-me então agradecer.
Agradecer tal magnifica acção.
E prometer que esta vida não seria em vão.
“Pssst! O quê? Prometeste alguma coisa à rocha?”
Sim! Respondi firme e segura.
Prometi servir-Lhe para sempre e de todo o meu coração!

1 Comments:
ta lindissimo. só imaginar os sitios que descreves faz com que toda a poesia seja poesia, mesmo que nao fosse fixe tornava-se porque tb percebo que a tua poesia é disso. viagens qu fazes na tua cabeça, pelo vistos lindissimas...*****
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