Na minha cara é pouco o espanto
por já saber de cor o canto
e de não o conseguir desenvolver.
Sossega coração, o pranto
de já nada poder fazer
mas ensinas-me, outra e outra vez
carregas a solidão, gaguez,
por me envolver num manto
de amor e sensatez.
(Dá ao sábio um conselho
que ele entende com humildade)
Espero, olho ao espelho,
será que tenho verdade,
posso esperar caridade,
alguém me compreender?
Porque este espelho que olho
é a pagina que desfolho
do teu eterno saber.
Neste manto em que me encolho,
desconformo mas acolho,
a minha incrível pequenez.
Corei.
por já saber de cor o canto
e de não o conseguir desenvolver.
Sossega coração, o pranto
de já nada poder fazer
mas ensinas-me, outra e outra vez
carregas a solidão, gaguez,
por me envolver num manto
de amor e sensatez.
(Dá ao sábio um conselho
que ele entende com humildade)
Espero, olho ao espelho,
será que tenho verdade,
posso esperar caridade,
alguém me compreender?
Porque este espelho que olho
é a pagina que desfolho
do teu eterno saber.
Neste manto em que me encolho,
desconformo mas acolho,
a minha incrível pequenez.
Corei.
