terça-feira, setembro 12, 2006

Eli, Eli, lama sabactâni

Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?
Chamo de dia, de noite, mas tu não me escutaste.
Procuro-te, tacteio, dentro deste aperto
sufoco, afogo-me, quedo-me sem conserto.

Cada sílaba, Deus, ressoa com grande estrondo
O meu brado, é sincero, nada de ti escondo
Eu sou verme, e não homem, desprezível ao povo.
É tão grande, o tronco, comparado ao renovo.

Confiaram, Jeová, em ti nossos pais e avós
Descobriram, então, que nunca estiveram sós
Recompensados eles foram e conosco será

Mas que doi tanto e destroi a nossa mente
Estar de constante aviso, alerta, pendente
Mostra a esta gente quem tu és, Oh Jah!

domingo, setembro 03, 2006

Maior sorriso

O sorriso de quem nos dá de beber
quando se baixa para tirar da fonte,
é de Jeová, que conseguiu perceber
o quão cansados subimos o monte.

Ver esta impressão na sua cara
e saborear esta agua que sabe tao bem,
que levamos como recomendação
a outros e estes espalham também.

Que vivida imagem
desta nitida mensagem!
Ocurreu-me quando o sol batia,
refrescou-me quando eu bebia...

Fazer-te uma coroa em louro
é dar-te razão para um sorriso,
é o meu precioso tesouro
e é só disto que eu preciso.

sábado, setembro 02, 2006

Armazenar tesouros no céu
É gastar o que temos na terra
Trabalhar pelo que o certo encerra
Ser no tribunal universal um bom réu

No céu armazenar tesouros
É ter asas para pregar como os besouros
Sintonizar os nossos pensamentos com Deus
E daquilo que não presta dizer adeus

Tesouros no céu armazenar
É aprendermos como Cristo a amar
E se agora já não precisamos de sacrificar touros
Temos de à mesma trabalhar que nem mouros.