terça-feira, setembro 12, 2006

Eli, Eli, lama sabactâni

Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?
Chamo de dia, de noite, mas tu não me escutaste.
Procuro-te, tacteio, dentro deste aperto
sufoco, afogo-me, quedo-me sem conserto.

Cada sílaba, Deus, ressoa com grande estrondo
O meu brado, é sincero, nada de ti escondo
Eu sou verme, e não homem, desprezível ao povo.
É tão grande, o tronco, comparado ao renovo.

Confiaram, Jeová, em ti nossos pais e avós
Descobriram, então, que nunca estiveram sós
Recompensados eles foram e conosco será

Mas que doi tanto e destroi a nossa mente
Estar de constante aviso, alerta, pendente
Mostra a esta gente quem tu és, Oh Jah!

1 Comments:

Blogger Deborah said...

lindoooooooooooooooooooo

3:06 p.m.  

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