Eli, Eli, lama sabactâni
Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?
Chamo de dia, de noite, mas tu não me escutaste.
Procuro-te, tacteio, dentro deste aperto
sufoco, afogo-me, quedo-me sem conserto.
Cada sílaba, Deus, ressoa com grande estrondo
O meu brado, é sincero, nada de ti escondo
Eu sou verme, e não homem, desprezível ao povo.
É tão grande, o tronco, comparado ao renovo.
Confiaram, Jeová, em ti nossos pais e avós
Descobriram, então, que nunca estiveram sós
Recompensados eles foram e conosco será
Mas que doi tanto e destroi a nossa mente
Estar de constante aviso, alerta, pendente
Mostra a esta gente quem tu és, Oh Jah!
Chamo de dia, de noite, mas tu não me escutaste.
Procuro-te, tacteio, dentro deste aperto
sufoco, afogo-me, quedo-me sem conserto.
Cada sílaba, Deus, ressoa com grande estrondo
O meu brado, é sincero, nada de ti escondo
Eu sou verme, e não homem, desprezível ao povo.
É tão grande, o tronco, comparado ao renovo.
Confiaram, Jeová, em ti nossos pais e avós
Descobriram, então, que nunca estiveram sós
Recompensados eles foram e conosco será
Mas que doi tanto e destroi a nossa mente
Estar de constante aviso, alerta, pendente
Mostra a esta gente quem tu és, Oh Jah!

1 Comments:
lindoooooooooooooooooooo
Enviar um comentário
<< Home