segunda-feira, março 26, 2007

Rodopio ao sabor do vento.
Cabelo solto enquanto penso.

Fixo o céu o vento passa,
A água destrói, o tempo massa.

O lusco-fusco apaga a força,
A culpa é minha, que desgraça.

Não vejo o fim
Por mais que tente,
E fico assim
Serena consciente.

Grito em vão
‘Tou desnorteada
Sem a Tua mão
Estaria enterrada.

Sigo os teus passos enquanto canto:
Vida eterna, Fim do pranto.



(13.11.2006)