sábado, maio 05, 2007

Pai.

Tudo o que enredas são novelos soltos
é incrível a teia que vemos envoltos.

Pai nos céus...

que és grande e tens tanto amor ao pequeno carvão.
Como é bom ter a tua atenção, simples atenção. Pretos pontos.

Grande Ser...

Sabes a hora certa. Peço-te paz, das-me alento.
Espero. Em secreto, chora-me o coração. Das-me acerto.

Senhor...

É tanto este fervor por dentro e a certeza, que a paz sabendo
está na admiração extasiada da emoção esperançada, bebendo.

Jeová.

É toda a poesia, uma rima infinita de vontades por agradecer,
escorre de um querer, mel grudado do meu cru ser.

Sim, por vezes amargurado por ainda... ainda.

Amor

por ti amor, calor e sol e brasas.
porque a palavra o espírito são fluídas e frias, águas.

humildade

refrescante turbulento esticão de ser maior
a reacção de vir um sentimento avassalador
quando aconselhas, pedindo compreensão, porém.

és tu quem me faz sentir que sou
porque é a finalidade de se dizer que estou




(....goes on....)