Àqueles que labutam
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Venho a todos,
Por intermédio de todos,
Declamar o quão marcado
Está hoje o sentimento da saudade,
Acordado.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Lá do alto
Está quem agradecemos primeiro,
Por estas dádivas entre nós.
Porque têm-nos nos seus braços,
Pequenos, saltitando nos meios espaços,
Querendo mais e mais…
Ficamos aos vossos cuidados,
Intensivos e cheios.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Seja qual foi a mágoa,
Sentimos esse amor genuíno,
A abdicação, a dedicação,
Como se fossem pedaços,
Reflexo de luz e vento
E correntes de água.
Vindos de Deus
Os tomamos por abrigo, amparo:
Vento tão grande, inimigo,
Rochedo tão grande, raro.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Somos pequeninos,
Jogados pelo vento sem dó
E a terra tão esgotada que está só…
Mas estes, pequenos pardalinhos,
Sabem que Jeová os envia para eles
E estes estão para vós.
Por vós cuidando,
Por vós assistindo,
Reanimando,
Retribuindo.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Parte nossa tendia
Fazer uma lista de qualidades
Em esquema de poesia.
Sendo assim, anotámos breve
O que paralelamente lemos na bíblia:
Que procuram achar palavras deleitosas
E a escrita correcta da verdade,
Que muito nos serviu e serve,
Nos discursos, nas indicações amorosas
Nos conselhos em brandura e bondade.
São decerto
Se perguntando individualmente,
Um acerto,
Um favo de mel,
Doces para a alma,
Uma cura para os ossos,
Maçãs de ouro em esculturas de prata,
Uma palavra falada no tempo certo.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Fazem pois parte daqueles cuja honra é dupla,
Daqueles que agem como evangelizadores
E que por isso tem uma pesada responsabilidade.
Em parte,
O nosso reconhecimento vem na simplicidade
De um obrigado,
Um concordar,
Um recado.
Mas que esta nossa fraternidade,
Se acentue a cada próxima palavra,
Até ao fim do texto,
Que fique abençoada, gorda e farta
Vossa alma com carinho, amor e respeito
Que transborda
em música,
em fala,
no peito.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Reconhecendo que continuamos no coração,
Sabemos que tendes de continuar,
Não exigimos mais da vossa vinda
Por mais refrescante que possa ser e foi receber,
Por que no final vemos
Obrigados a despedir.
É um adeus breve e curto a repetir,
A repetir porque nunca vamos realmente deixar-vos ir.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Pois então,
Que este gesto vos dê animo e coragem
E se de acordo estão
Os que escutam a mensagem
Também no final a estes dedicam
O repetido refrão,
Sim, que o repitam:
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Venho a todos,
Por intermédio de todos,
Declamar o quão marcado
Está hoje o sentimento da saudade,
Acordado.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Lá do alto
Está quem agradecemos primeiro,
Por estas dádivas entre nós.
Porque têm-nos nos seus braços,
Pequenos, saltitando nos meios espaços,
Querendo mais e mais…
Ficamos aos vossos cuidados,
Intensivos e cheios.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Seja qual foi a mágoa,
Sentimos esse amor genuíno,
A abdicação, a dedicação,
Como se fossem pedaços,
Reflexo de luz e vento
E correntes de água.
Vindos de Deus
Os tomamos por abrigo, amparo:
Vento tão grande, inimigo,
Rochedo tão grande, raro.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Somos pequeninos,
Jogados pelo vento sem dó
E a terra tão esgotada que está só…
Mas estes, pequenos pardalinhos,
Sabem que Jeová os envia para eles
E estes estão para vós.
Por vós cuidando,
Por vós assistindo,
Reanimando,
Retribuindo.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Parte nossa tendia
Fazer uma lista de qualidades
Em esquema de poesia.
Sendo assim, anotámos breve
O que paralelamente lemos na bíblia:
Que procuram achar palavras deleitosas
E a escrita correcta da verdade,
Que muito nos serviu e serve,
Nos discursos, nas indicações amorosas
Nos conselhos em brandura e bondade.
São decerto
Se perguntando individualmente,
Um acerto,
Um favo de mel,
Doces para a alma,
Uma cura para os ossos,
Maçãs de ouro em esculturas de prata,
Uma palavra falada no tempo certo.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Fazem pois parte daqueles cuja honra é dupla,
Daqueles que agem como evangelizadores
E que por isso tem uma pesada responsabilidade.
Em parte,
O nosso reconhecimento vem na simplicidade
De um obrigado,
Um concordar,
Um recado.
Mas que esta nossa fraternidade,
Se acentue a cada próxima palavra,
Até ao fim do texto,
Que fique abençoada, gorda e farta
Vossa alma com carinho, amor e respeito
Que transborda
em música,
em fala,
no peito.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Reconhecendo que continuamos no coração,
Sabemos que tendes de continuar,
Não exigimos mais da vossa vinda
Por mais refrescante que possa ser e foi receber,
Por que no final vemos
Obrigados a despedir.
É um adeus breve e curto a repetir,
A repetir porque nunca vamos realmente deixar-vos ir.
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!
Pois então,
Que este gesto vos dê animo e coragem
E se de acordo estão
Os que escutam a mensagem
Também no final a estes dedicam
O repetido refrão,
Sim, que o repitam:
Àqueles que labutam
Àqueles que ministram,
A estes: honra dupla!

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